
Um louco com uma infância trágica e uma doença que provoca insanidade, destinado a se apaixonar obsessivamente pela santa da nação sagrada… Este era o protagonista masculino do romance melodramático que escrevi. Ele também é a pessoa que mata Laria Sherwood, a vilã que eu possuía, e da qual devo me afastar para sobreviver… ou assim pensei, até ver a terrível realidade que criei. Suponho que, como autora, não faria mal ensinar-lhe a amar, e depois sair exatamente quando a protagonista feminina aparecer, certo? Mas será tão fácil quanto pensei? (Fonte: Tapas)
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