Um post que veio do Instagram rapidamente veio pra internet, e alguns fãs não pudessem conter a risada.
Alguém, provavelmente um seguidor mais ‘intenso’, escreveu: *"Quero que o medo seja injetado dentro dos meus órgãos internos para que, quando a autópsia for feita após minha morte, os médicos possam ser abençoados com essa obra-prima. Assim, eles vão pensar que eu estava carregando essa mensagem para Deus, mas não conseguia, então vão religiosamente começar a ouvir essa batida do Seventeen."
A frase é, semânticamente, uma mistura de hipérbole, humor ácido e, de alguma forma, carinho pelos beats que fazem a banda soar.
Apesar de clara leveza, o texto toca dois pontos muito presentes na comunidade de K-pop: a devoção quase religiosa pelos grupos e a tendência de hotsat nos posts de fãs a fazer parte da trajetória da música.
O #seventeen nas redes sociais já costuma receber comentários com exageros, mas este vai a um nível de dramaticidade que faz a comunidade ir de respiro a rir, gerando, ao mesmo tempo, discussões sobre o quanto a arte pode ser algo quase “místico” para quem a segue.
O post ainda ganhou o hashtag #svtcarat, emperração mostrando a cultura da torcida por Seventeen e a ênfase com nossas próprias dúvidas sobre o papel do artista como porta-voz do divino, mesmo que o significado tenha sido feito em tom de brincadeira.
Em suma, o sentimento que convém não está no trecho em si, mas no jeito que o fandom se transforma em algo quase sagrado, mesmo quando está rindo de si próprio.





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